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Gêmeos digitais com IA permitem simular decisões antes de executá-las. Entenda como a tecnologia funciona, quem já usa no Brasil e por que o atraso custa caro
A ideia existe há mais tempo do que parece. A NASA já usava conceitos parecidos na década de 1960 para simular sistemas de espaçonaves sem colocar ninguém em risco. O salto recente não é de conceit...
Antes da IA generativa e dos modelos preditivos mais sofisticados, construir um gêmeo digital útil exigia equipes de engenharia enormes, longos ciclos de modelagem e custos proibitivos fora de seto...
Imagine uma plataforma offshore de petróleo. O custo de uma parada não programada é absurdo: perda de produção, mobilização de equipes de emergência, riscos de segurança. Com um gêmeo digital, o si...
Fora de Embraer, Petrobras e alguns projetos pontuais em mineração e energia, a adoção de gêmeos digitais na indústria brasileira é baixa. A maioria das médias indústrias sequer discute o tema em r...
Voltando à reunião de diretoria do começo: a diferença não é que um gêmeo digital elimina o risco de errar. Nenhuma tecnologia faz isso. A diferença é que o custo de testar antes de executar cai pa...